NOVIDADE

NA TRAVESSIA DA VIDA USE O ESSENCIAL

Aquele que vai atravessar uma floresta precisa reunir o essencial a ser usado. Um instrumento para estabelecer a rota, um cantil para a água, uma pequena e leve barraca, alimentos ou indicação de como obtê-los. Para esse propósito não precisa dos valiosos e extensos estudos sobre as florestas.

Atravessar uma floresta é metáfora que uso para a “Travessia na vida”.

Sobre como viver há os estudos e recomendações das religiões encontradas nos livros sagrados, a contribuição dos filósofos e da ciência. Porém para sermos bem sucedidos em nossa “travessia” basta o essencial.

Segundo meu entendimento o essencial para a travessia da vida compreende a lei da semeadura e a lei de ouro.

A lei da semeadura nos assegura que colhemos o que semeamos. Traçamos nossa trajetória que depende unicamente das escolhas que fazemos.

A lei de ouro diz para fazermos aos outros o mesmo que desejamos para nós. Ao seguirmos essa lei serão boas as sementes provenientes de nossas ações, palavras e pensamentos. É o controle de qualidade da semeadura.

CIRCO NA ROÇA

 

Os circos normalmente procuram a zona urbana das cidades para suas apresentações. Um procedimento diferente aconteceu em Mato Dentro distrito de Indaiatuba-SP. O circo foi instalado na zona rural em num campo de futebol nas proximidades da escola que eu frequentava. Isso foi há muito tempo no período de minha infância.

Foi minha primeira oportunidade de assistir um espetáculo dessa natureza. Não recordo se foi de dia e de noite. Minhas recordações são poucas se limita à apresentação do palhaço.

Entrou com sua fantasia colorida. No centro do picadeiro coloca uma pequena mesa e sobre ela um pequeno embrulho. Por sua narrativa fiquei sabendo que era uma porção de mortadela.

O palhaço estabeleceu diálogo entre a mortadela e o papel que a protegia.

A mortadela agradeceu ao papel pela proteção enquanto este pelo agradável cheiro com que ficou impregnado.

Na lembrança restou apenas o último diálogo que você saber qual foi assistindo ao vídeo.

CINE CARVOARIA

 

Morei durante minha infância na zona rural de Indaiatuba-SP. Em minha casa havia um fogão que permanecia aceso durante todos os dias o dia todo. Para isso irá necessário catar lenha que conseguíamos de árvores caídas encontradas próximas da casa.

Mudei para São Paulo onde os fogões eram diferentes. Feitos de chapas metálicas diferentes daqueles da zona rural construídos com tijolos ou material semelhante. Os de São Paulo usavam carvão que o carvoeiro vendia circulando com sua carroça pelas ruas.

Ele era esperto, pois já naquela época, muitos anos atrás, utiliza de recursos de marketing Os que compravam o seu carvão recebiam um tíquete que dava direito a assistir filmes no galpão da carvoaria. As projeções aconteciam todas às quartas-feiras.

Muitos chegavam pisando no chão do galpão coberto de pó negro resultado do ensacamento de carvão que ali era realizado. Dos filmes que assisti recordo mais das comédias do Gordo e o Magro com Oliver Hardy e Stan Laurel.

Além dessa oportunidade eu meus amigos da redondeza íamos ao Cine Imperial inaugurado recentemente na Rua da Moóca. Nossa preferência era pelas matines que aconteciam nas tardes de domingo e não pelas manhãs como o nome dá a entender.

Além do filme principal havia apresentação de filme seriado de aventuras que atraia a presença semanal, procurávamos não perder os capítulos.

 Tínhamos que conseguir o dinheiro que nem sempre os pais ofereciam. Recolhíamos nos terrenos baldios material reciclável de metal e outros. A coleta era vendida no estabelecimento que tinha por denominação “ferro velho”;     

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